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Eu acredito nas casualidades, nos encontros, nas passagens. Nas conversas que temos, nas músicas que cantamos. No que somos e nunca deixamos de ser. Eu acredito que podemos ser muito fortes, muito mais. Podemos ser como todos, e o tudo pode ser capaz. Eu quero suas mãos, suas ideias e defeitos, que me ensine o seu jeito, enquanto aprende o meu. Quero que faça sentido, que seja proibido, mas que entre nós todos não exista lei. Quero ser tudo que tem graça, que tem gosto e dá pra sentir. Quero o que mais me dá vontade, e quero vontade pra prosseguir. Quero voar, mergulhar, morrer e matar a vontade de querer.

é que quando eu coloco alguma coisa na cabeça não dá pra mudar de ideia no meio de campo. eu simplesmente não consigo mais ser tão indiferente. quando eu disser que estou te querendo, estou. e talvez no mês que vem eu já não queira, mas agora sim. agora é eterno. então entende que a minha vida mudou, que eu defini meus objetivos e seu nome está em todas as opções.

eu te amo de um jeito supermercado&lista-de-compras

e não há nada que me faça te querer menos

caminha ao meu lado e me diz quantos deuses derrubamos, quantos homens amamos, quem ficou pra trás. caminha ao meu lado e me diz porque caminhamos tanto se o coração é um não-lugar, se desejo é um não-lugar, e me conta histórias cheias de fúria sobre os limites do universo. caminha ao meu lado e me conta repetidamente porque dois corpos, ainda que separados, caminham juntos. 

"Se você não estiver olhando, deixa eu só olhar você."

Por botafogo - Cícero

Eu quero morrer,
mas não de uma forma trágica. 
No meu sono, 
em uma segunda chuvosa 
quando eu estiver velho e medroso
e não houver mais nada pelo que viver. 

Os outros nunca sentem.”
Fernando Pessoa.
I wanna be the reason you cum.
Só calçar os sapatos pela manhã já era uma vitória.”
Velho Bukowski.

Ah, se já perdemos a noção da hora
Se juntos já jogamos tudo fora
Me conta agora como hei de partir

Se ao te conhecer, dei pra sonhar, fiz tantos desvarios
Rompi com o mundo, queimei meus navios
Me diz pra onde é que inda posso ir

Se nós, nas travessuras das noites eternas
Já confundimos tanto as nossas pernas
Diz com que pernas eu devo seguir

Se entornaste a nossa sorte pelo chão
Se na bagunça do teu coração
Meu sangue errou de veia e se perdeu

Como, se na desordem do armário embutido
Meu paletó enlaça o teu vestido
E o meu sapato inda pisa no teu

Como, se nos amamos feito dois pagãos
Teus seios inda estão nas minhas mãos
Me explica com que cara eu vou sair

Não, acho que estás te fazendo de tonta
Te dei meus olhos pra tomares conta
Agora conta como hei de partir.

Aquele que luta com monstros deve acautelar-se para não tornar-se também um monstro. Quando se olha muito tempo para um abismo, o abismo olha para você.”
Friedrich Nietzsche.